domingo, 28 de fevereiro de 2010

Pérolas da propaganda

Na traseira de um ônibus de Brasília repousa este genial petardo.

Boneca lesadinha

Digamos que ficou um pouco estranho esse olhar da bonequinha.

Massageador Facial?

Tem certeza? Com esse formato?

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Desenhando um gundam no excel

Esse cara precisa urgente de um emprego. Ou de uma surra.



Dica do Denis Tanouye.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Sua piri (beat it - Michael Jackson)

Versão fabulosa. Indicação do Ivan de Brasília,

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Amor proibido

Capitão freira

O que diabos é Kelvi?

Alguém sabe responder?

Mais um da série "maravilhas de telefones públicos".

domingo, 21 de fevereiro de 2010

ZomBEE movie

Pra comemorar o post de número 600 do blog, temos um filme que com certeza seria muito bom se existisse de verdade. Clique para ampliar!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Maquiagem inovadora

Fiz essa em 2003 e achei hoje em um velho backup. Clique para ampliar.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Recordes mundiais de empilhamento de copos

Caras que são feras em empilhar copinhos. E com certeza devem ter as piores notas na escola. Os números são referentes a quantos segundos o meliante demora pra fazer a performance.

Speed Stacking=6.69





Speed Stacking=6.33





Speed Stacking=5.70


Dice Stacking!

Sabe aquelas habilidades mutantes que não servem pra nada, mas todo mundo gostaria de ter? Vou apresentar pra vocês uma manobra genial de se fazer com um copinho e alguns dados, a técnica chama DICE STACKING.

Atentem para o desocupado a seguir e se você curtir tente seguir o vídeo tutorial. Já consegui fazer com dois dadinhos e estou passando pra três.



Segue o passo a passo pra quem está muito ocupado nessa vida:

Um homem tatuado que as gatas não curtem

Imagens falam mais do que palavras.

Hello Kitty Wars

Como assim?

Possíveis finais que não queremos ver em LOST

1) Tudo era um sonho do Hurley

2) Todos os passageiros do avião estão na Matrix

3) Tudo não passava de um projeto governamental conspitarório dos EUA

4) A Ilha é tipo um show de Truman

5) Eles estão numa espécie de purgatório pagando pecados cometidos em vida (final Zíbia Gaspareto)

6) Toda a série é um delírio do Charlie após ter se picado com heroína no banheiro do avião

Star Wars Disco Tosco

Atentem para as dancinhas dos C3POs e dos Darth Vaders.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Cerveja Diabólica

A cerveja oficial do Psycho Carnival foi apresentada ao público com um diferencial bem bacana: 6,66% de gradação alcóolica. Boa estratégia de lançamento.

Giga Pudding

Mais uma vez, nossos amigos orientais nos mostram o lado obscuro de fazer propaganda. Genial.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Inclusão digital

Mais uma "obra de arte" feita com velhas notas de 1000. Clique para ampliar.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Tomara que seja verdade



E pra quem duvida que é verdade: compre aqui.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Why so Sarney?

Twittei essa frase há uns meses atrás e agora materializei a ideia usando un dinheiros velhos que achei perdidos no armário. Mandei um nanquim com guache e fiz a maravilhosa obra a seguir que tem 45 x 60 cm.

Não tem pretensão artística, claro. É só por diversão. Clique na imagem para ampliar.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Títulos de livros que mereciam ser repensados



Tá duvidando da existência? Clique aqui para adquirir o seu.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Enquanto isso na pacata cidade de Cruzeta...

Cidade com criminalidade zero. Oito mil habitantes. Sossego vinte e quatro horas por dia. Porém, uma misteriosa plantinha cultivada nos jardins e por alguns moradores veio causar polêmica na cidadezinha.

Contos do @vincevader

Normalmente eu uso blog para divulgar pequenos petardos: imagens, vídeos do YouTube e conteúdos curtinhos. Porém, queria aproveitar esse espaço para publicar alguns contos que estou escrevendo.

Pois é, depois do livro de MICRO CONTOS vou escrever um web book de contos brevemente. Será magistralmente ilustrado pelo Marcelo Calote do PRIMEIRO ANDAR e vocês já podem conferir uma prévias das ilustras no material a seguir.

Ainda está sem revisão de texto, mas aguardo sugestões, críticas e opiniões. Ahhh, sim! Para os puritanos de plantão: o material a seguir contém palavrões, é uma obra de ficção que possui o único intuito de entretenimento. Enjoy.




O FILHO DA P#t@

Todo mundo algum dia na vida já se deparou com esse exímio espécime da raça humana: o filho da puta. Não estou me referindo àqueles que efetivamente são advindos do útero de uma mulher da vida, mas sim aos que propositalmente costumam prejudicar o alheio.
Há diversos graus de filhadaputice: vai do sujeito que sacaneia de leve um amigo, passando por aquele que às vezes ferra uma família inteira e vai até alguns que literalmente fodem (se me permitem o baixo calão) um país inteiro; e nesse último caso poderíamos montar um compêndio com nossa rica fauna parlamentar brasileira.
Porém, não é dos filhos da puta governamentais que iremos falar hoje, falaremos sobre o Tito, um pai de família classe média cujo grande mérito é ser um filho da puta com o próprio rebento, o Carlinhos. Analisem com carinho o caso a seguir e me digam se o Tito é ou não é um grandessíssimo filho de uma puta.
Um dia Tito acordou de bom humor, era um sábado ensolarado e o dia era propício para visitar os parentes do outro lado da cidade. A sua mulher dava plantão no hospital até tarde da noite, logo, para dar uma escapadinha e ir ver os primos - e tomar umas cervejinhas com eles – nosso herói teria que levar o filho Carlinhos, de três anos (na verdade, quase quatro), junto.
A idéia até que era boa: os primos e os tios viviam dizendo que o Tito e a esposa levavam pouco o menino pra ir visitar a família; na verdade Arlete não era muito chegada nesses parentes do marido. Mas, era a situação ideal: passaria o dia na farra e ainda faria o filme com a família. Só havia um problema.
A casa dos parentes de Tito era um lugar pouco convidativo para um pirralho de três anos de idade. Não tinha crianças e não tinha brinquedos, só tinha um bando de adultos que depois da primeira caixa de cerveja começa a falar alto e fazer criativas brincadeiras que replicavam falas de algum programa humorístico da televisão. Tito sabia que o pivete ia recusar a idéia, porque além de tudo, ele odiava a tia mais velha que sempre vinha com alguma gracinha do tipo beliscar e pedir pra mostrar o documento.
Tito pensou um pouquinho e teve um momento de iluminação. Foi correndo pro quarto do garoto, acordou-o com muitas brincadeiras e assim que Carlinhos estava totalmente desperto mandou o seguinte petardo:
“Filho, vamos passar o dia na casa da Tia Cida? Papai precisa conversar umas coisas importantes com os primos e como a mamãe não está, preciso que você venha comigo.”
Apesar da pouca idade, Carlinhos já tinha um mínimo de bom senso constituído. Sabia que ia perder o dia todo no meio daquela barulheira onde não tinha nem uma televisão pra ver desenho animado. Com a voz lunar dos que ainda não tem o aparelho fonador plenamente constituído replicou de maneira seca:
“Não, pai... lá é chato... numquéro...”
O pai, com o plano já traçado na perversa mente adulta, tratou de dar seu golpe mais baixo:
“Mas, olha filhinho, se você for passar o dia na casa da Tia Cida comigo eu te compro um presente bem legal! Você não quer um desses carros de controle remoto que mostram na televisão? Então, se você for com o papai, papai compra um desses pra você amanhã. E aí? Topa? Vamos lá?”
É claro que o Carlinhos topou no ato. Aliás, até eu toparia passar um dia na casa de um monte de parentes chatos pra ganhar um carro de controle remoto; e assim foram pai e filho para um dia de muitas aventuras.
No caminho de ida, o moleque não parava de fantasiar com o carrinho que ia ganhar. Pulava no banco de trás (porque Tito era um filho da puta, mas um filho da puta consciente e só levava criança no banco traseiro) imaginando que levava o carro pra escolinha, que brincava com ele na garagem e no fim de ano poderia levar o brinquedo para a praia. O pai no banco da frente sorria satisfeito e antevia um dia bem divertido com os primos bêbados, a Tia Cida e a delícia da Jussara, a empregada. Será que ela ainda trabalhava lá?
Atravessaram a cidade e finalmente chegaram. Depois de umas poucas buzinadas estava toda a família no portão para recepcionar os dois.
“Aewww, Putão! Parece que cê ta mais gordo!”
“Mãe, olha esse moleque como tá grande! Já deve estar batendo punheta!”
“Trouxe um whiskão aqui pra nóis!”
“Que menino mais lindo! Olha que bochechudo! Mostra o documento pra Tia Cida, mostra? Ahhhh, ele tá com vergonha! Vamos entrando!”

“Tem uns gatos pra assar, vamos lá no quintal, primo!”
Bom, pensando bem, acho que eu não toparia passar o dia com parentes em troca de um carro de controle remoto. Aliás, como esse dia demorou pra passar, pro Carlinhos, pelo menos. Tito se divertia horrores na presença dos primos.
Contaram piadas, beberam feito uns gambás (se é que gambás consomem bebida alcoólica), assaram carne e brincaram de dar soco uns nos outros. Tito, alterado pela bebida, não conseguia desviar os olhos da bunda da Jussara, às vezes ia até a cozinha com o pretexto de jogar restos no lixo pra ficar secando a empregada. A Jussara sentia um fogo no meio das pernas, mas sabia que podia ser mandada embora pela rigorosa Dona Cida, por isso evitava dar bola para o tarado do sobrinho dela.
E o Carlinhos? Ficou em um canto brincando em um jardinzinho. Cada minuto durava uma hora para o pobre menino. Ele só não reclamava porque a recompensa por aguentar aquilo tudo seria muito boa.

Assim o tempo foi passando, passando e passando.
Quando o relógio bateu oito horas da noite, o Tito se levantou e tratou de dar no pé. Não queria que a mulher chegasse em casa e o pegasse naquele estado. Se saísse nesse horário dava tempo de tomar um banho, escovar os dentes e colocar o guri pra dormir, aliás, isso não seria problema, pois Carlinhos já estava dando pequenas cochiladas fazia algum tempo.
Tito voou pelas ruas da cidade. Chegou em casa com Carlinhos dormindo profundamente. Colocou pijama no filho e o embalou nos lençóis. Missão número um, cumprida.
Escovou os dentes, engoliu um coquetel de aspirina com engov e tomou um banho demorado. Era uma fórmula mágica: ninguém dizia que há algumas horas atrás estava quase vomitando de bêbado. Missão número dois, cumprida.
Tito ficou na cama esperando a patroa. Quando Arlete chegou, ainda pegou a esposa de jeito e transaram madrugada adentro. Enquanto se amavam brutalmente, Arlete pensava no quanto havia tido sorte na escolha do marido; Tito pensava na bunda da Jussara. Dormiram. Fade out.
Fade in. Tito acorda. Está com um pouco de dor de cabeça. Levanta e vai preparar um café para a esposa que descansa após o dia de trabalho bruto e a noite de amor selvagem. Chega na cozinha e Carlinhos está sentado na mesa.
“Oi, filhão! Por que você acordou tão cedo?”
“Pai, é que eu quero ir comprar meu carrinho que você pometeu pra mim”
Tito faz uma cara de dúvida. Coloca a mão no queixo. Olha para o menino e pergunta:
“Carrinho, filho? Que carrinho? Papai não prometeu nada de carrinho pra você...”

Carlinhos começa a ficar bravo.
“Você pometeu um carrinho porque eu fui na Tia Cida cumvocê onti!”
Tito sorri. Pega o filho no colo e embala ele num gostoso abraço.
“Filhão... você deve ter sonhado com isso! Dormiu o dia todo ontem e hoje acordou achando que foi na Tia Cida. Nós ficamos aqui. Nem botamos o pé pra fora de casa ontem. O pai não prometeu nada não. Sou seu pai, ora, se prometo eu cumpro. Você sonhou, campeão!”
Carlinhos com um dedo na boca mira o chão da cozinha contemplativo e diz num murmúrio:
“Humm... é, acho que foi sonho...”
Tito... seu FILHO DA PUTA!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010